Vivemos num ambiente social com poucos momentos alegres. O estresse, os conflitos, o pouco interesse genuíno para além do que nos vá favorecer, o achar “quase normal” a violência, o abandono, a pobreza. Até nos incomodamos, mas a vontade de agir fica bem aquém do que é necessário. Podemos dizer que a humanidade está perto de um limiar e que a sua continuidade (ou não) dependerá de achar novas saídas para as encruzilhadas nas quais nos metemos.
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